Kahuna
Kahuna é um rito de acolhimento. A massagem nativa do Havaí cria espaço seguro para deixar emergir o incômodo, o sentimento oculto nas fibras do corpo, procurando reintegrar e reorganizar o emocional. É um processo de escuta e renovação, autoconhecimento e amor próprio.
Parar o tempo
Em minha sala não há relógios. Atendo somente 2 pessoas por dia, para poder dedicar a elas todo o tempo de que precisem. Antes de mais nada, conversamos, sem pressa e sem pressão. Ouvir atentamente, com interesse legítimo, já é um gesto terapêutico. Após essa tranquila anamnese, vem o primeiro toque, que é nos pés, dentro da água de um
escalda-pés.

Movimento das ondas
A massagem é realizada com óleo aquecido e o toque sobre as costas, ombros e quadris é suave e lembra a sensação de mergulhar nas ondas do mar. As mãos percorrem da cabeça aos dedos dos pés, e retornam, integrando as duas metades do corpo. Ao final dessa primeira fase, o corpo já se encontra em relaxamento profundo. Fazemos juntos uma pequena porém profunda meditação guiada, e a massagem poderia até terminar aqui, mas é agora que vai começar, naquilo que a kahuna tem de mais característico.
Sensação de flutuação
Trabalhamos lenta e dedicadamente na cabeça, nuca e ombros, alternando com a sequência "under body", que traz uma sensação de flutuação.
As últimas manobras, já em relaxamento profundo, geralmente são movimentos de maternagem e reparentalização, termo emprestado da Psicologia para a descrever o propiciamento de um ambiente que reproduza a segurança do colo materno/paterno.
Concluímos com uma segunda meditação guiada, e então você tem seu momento a sós, consolidando em si as energias movimentadas.






